Aliás, vou falar de quem fala de moda de um jeito bem caseiro.
Começa a subir a temperatura em Porto Alegre, e eu começo a ficar inspirada em me inspirar de novo nesse assunto e nas roupinhas lindas e leves, claro.
Porque eu, sinceramente, odeio o inverno e tudo que gira em torno dele: roupas pesadas, sapatos pesados (e preços pesados).
Outro Blog que vale espiar é o da paulista Joanna Moura. Há muito tempo no vermelho e precisando colocar o aluguel em dia, ela resolveu dar um basta e assumir o desafio de ficar 365 dias sem fazer nehuma compra!! A sorte é que ela já tem um armário cheinho de peças lindas.. Mas vamos combinar que passar 4 E-S-T-A-Ç-Õ-E-S inteirinhas sem se jogar uma única vez no cartão de crédito, tem que ter muita força!!
Aqui em Porto Alegre as meninas Marcela Jung e Cristina Henstchke, abriram mão de suas profissões de comunicadoras e criaram essa empresa, que é o que há de querido nessa cidade.
Você entra no site e já se apaixona:
Daí você dá uma navegada e encontra essas fofuras:
Esse é cabeçalho do site Caras Como Eu, chefiado pelo Gabito Nunes.
O Gabito é um porto-alegrense, escritor e apaixonado.
Não sei se é apaixonado por uma mulher, por várias mulheres, pela literatura ou pelo café expresso.
Começou a publicar seus textos em um blog ~ que eu descobri pelo twitter ~ e quando eu vi o cara tava publicando livro e lançando ele pelo Brasil inteiro.
Simplesmente um jeito real e moderno de encarar os sentimentos, jeito prático sabe?
E lá estou eu sempre garimpando textos queridos. Textos que não deixam de dizer uma verdade dura, mas que também te diz uma verdade macia.
Ou é um cara que viveu muitas histórias, ou que ouviu muitas ou que fantasia com várias. Mas tem alguma que tu vai te enxergar bem direitinho, como se fosse exatamente os teus problemas e incertezas do teu relacionamento descritas ali.
Assistindo ao vídeo da Rosana Hermann no TEDxPortoAlegre há algum tempo, me dei conta que talvez eu fosse tão boa em exatas na escola por justamente a resposta ter a nobreza, ou frieza, de ser sempre uma e assim as coisas eram práticas, quando muito, óbvias.
Depois crescemos e tentamos investigar a nossa personalidade..
Eu principalmente com essa minha necessidade de respostas claras, e de pessoas que vivam suas vidas de forma menos dramática.
Quem vai saber, se eu tivesse me apego mais à literatura do que aos números, minha vida seria de outra maneira.